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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Fofoca do Paraíso...(Humor) By ArNaldo Leodegário Pereira




Fofoca do Paraíso... (humor)

Um dia Adão procurou um velho sábio chinês para se informar sobre a mulher, o sábio lhe disse para ter paciência, pois iria descobrir por si próprio, porém adiantou: -- A mulher é uma serpente!... Adão foi-se embora pensativo, precisava encontrar logo a resposta para aquela inquietante pergunta. Pesquisou, pesquisou... Encontrou um serpentário e lá deu vazão à sua busca, descobriu várias coisas, porém não se satisfez... Resolveu pegar uma, levar para sua casa e adotá-la... Fez outras descobertas, descobriu por exemplo que se apaixonou pela réptil... Quer dizer... A essa altura descobriu que a tal era fêmea e tinha a formosura de uma bela mulher... Como toda fêmea necessita de um macho... Adão se descobriu um Ser-pento... Adão conheceu a “história” do Paraíso, a Serpente, a Maçã, Eva e o Castigo... Quando se deu conta teve com ela vária(os) serpen-tezinha(os), que logo logo sairão por aí destilando seus venenos. Adão foi expulso do paraíso... No final da sua busca chegou à conclusão!... A “serpente é um Mulher”!... A Macieira,... Deus?... Digo, Adão arrancou pela raiz! A Serpente, fugiu para o mato... A Mulher!... Descobriu que o adão era pobre... E se inscreveu no BBB...


Este texto está registrado no Escritório de Direitos Autorais sob o nº 576-645 Livro 1-101 Folha 218 Em 03/10/2012 RJ. Arnaldo Leodegário Pereira

sexta-feira, 16 de junho de 2017

A Quantas Anda Cada Expressão



A Quantas Anda Cada Expressão

MISERICÓRDIA...Anda em falta ultimamente...
Todo mundo se apieda e sente, mas se nega a tomar uma atitude conjunta com ação eminente, esquecemos que a União é o que nos fortalece.
PERDÃO...Somente bandidos e ladrões estão tocando o coração do "grande juri"e dos excelentíssimos magistrados obtendo Perdão e ouso dizer, há uma inversão de valores absurda de que o correto e por ser certo nos causa espanto, o errado estamos acostumando tanto que nem pranto causa mais tanto...
JUSTIÇA...Nunca foi tão notória a diferença com que se põe na balança a desigualdade Social, levando em conta a "razão social"de cada nome e logradouro.Tudo é como sempre foi questão de "zona"donde está a escola onde se estuda e não me refiro somente à cultura ou ao nível dessa para que seja notado por quem quiser, pois é só ver e ver a razão sem razão nenhuma.Afeta principalmente e sempre os servidores das mais diversas profissões ditas "baixo" escalão da classe faminta das formigueiras operárias sem letras para classificação de sua classe, desclassificada, desrespeitada por tantos, que não têm a dignidade de admitir que NOS PRECISAMOS muitas vezes com mais cultura que muitos senadores e deputados.Não pense você que estou sendo demagoga e fazendo apologia a uma classe ou outra, para começar desprezo esse lance de classes, isso só serve para manter a discriminação e alavancar, sustentar os tantos preconceitos que existem desde sempre. Mas como sou da "plebe" sustento.Os banidos e execrados pela justiça dos homens são punidos com severidade por crimes de "bagatelas"ou seja, não paga nem o papel que o processo é impresso, por outro lado temos o excesso de direitos para os cometedores de crimes hediondos, corrupção e outros...
A justiça vem tratando com indiferença o bandido sem colarinho e com diferença imperial e parcial o bandido de colarinho "branco" com moral encardida, cujos encardidos esses estão eles mesmos fazendo suas leis e manipulando seus julgamentos inclusive.
É fato a diferença de poderes aquisitivos julgando os delitos cometidos por um e por outro,  peso pesado, medido e condenado para alguns e para o político, ricos e influente a pena leve pena com privilégios e indultos inerentes alguns a própria constituição que já está capenga, fatídica e falida.
A justiça dos Homens virou piada mundial de mal gosto por toda parte.É a arte da filosofia desprezível bem mais podre do que aquela que julgou e condenou Sócrates a morte...
AMOR...Tanto se fala, tanto se diz, mas não se pratica, na prática fica apenas na teoria e em algumas alegorias de poesias no papel timbrado e assinalado por tantos.Portanto o verbo amar apregoado pelas redes preso nas paredes do nada, sobre os telhados totalmente alheios ao teor do que seria ou como de fato é no sentido explícito da palavra com o verdadeiro significado.
BEM...Bem, bem, bem!
Não se pratica olhando quem, imagine então sem olhar a quem
Acredito sempre no BEM sobre o mal, mas o BEM anda meio oculto nesses tempos de luta pela sobrevivência, um individualismos narcisos exacerbados, no bem palavreado só se enxerga o próprio umbigo, mas não enxerga o próprio rabo, se olha só para o "rabo" do outro se é que me faço entender...
VERDADE...Pobre verdade que em verdade vos digo:
Por onde andará não a palavra do Homem, mas o Homem de palavra?
A pura e crua verdade está num abrigo de mendigos, margeado de mentiras que nos contam a verdade todos os dias que está defronte do nariz de cada um, nas ruas noticiários, jornais e afins...
Ai ai de mim, ai de você e ai de Nós!
Todos estamos ardendo nessa arena incendiada.

Son Dos Poemas@SôniaMGonçalves





quinta-feira, 15 de junho de 2017

CONTOS E CRÔNICAS DA TARDE FIM DE OUTONO*By Regina Madeira



CONTOS E CRÔNICAS DA TARDE

FIM DE OUTONO

A tarde segue chuvosa, enquanto os passantes buscam abrigo nas marquises e pontos de ônibus. O movimento é crescente. É a famosa hora do rush quando as pessoas saem das escolas, empresas, casas, igrejas, deixando o recinto ou entrando nele.
As folhas caem das árvores formando um úmido e escorregadio tapete, mas nada disso tira a beleza da calçadas por onde todos passam. O tapete é colorido com folhas de todos os matizes, dando uma pálida alegria naquele final de tarde e início de noite longínquo.

Antonieta Vasques desce do ônibus e caminha rápido em direção ao corredor que leva aos casarões que foram transformados em apartamentos. Todos os dias a rotina é a mesma.
Antes mesmo de abrir a sombrinha que tira da bolsa, percebe Henrique Mackenzie, seu misterioso vizinho, ao seu lado com um enorme guarda-chuva que pode abrigar os dois.
Sem muitas palavras oferece abrigo para a bela mulher que sorrindo, guarda a sombrinha e aceita o braço que a resguarda sob o guarda-chuva.
Chegando ao casarão onde moram, despedem-se na portaria e cada um vai para o seu apartamento.

Reservada e tímida, Antonieta tem vontade de convidar o vizinho para um café, mas a vergonha a impede. Afinal foram três vezes que ele lhe oferece carona e nada mais.
Mas observa que ele está sempre pronto a oferecer uma carona e até mesmo carregar suas compras quando passa o mercado ou na confeitaria.
Enquanto seguem juntos sente o perfume amadeirado que a abraça juntamente com o forte braço que a protege dos encontros com os transeuntes. Será que algum dia terá coragem de convidá-lo para entrar?

O que a mulher desconhece é que ele vem fazendo isso há um bom tempo por interessar-se por ela, mas também a timidez e o sofrimento do passado impedem sua investida. Mas não impediu, no seu calado, de observar sua rotina para encontrá-la no exato momento em que ela chega do trabalho e vai a confeitaria da esquina justamente a tempo de trazê-la sob o seu guarda-chuva. Naqueles breves instantes sente o perfume marcante, uma mistura de pêra e flores, que sai do seu corpo e dos longos cabelos. A conversa que trocam é simplesmente sobre o tempo e o frio que se avizinha e as notícias do jornal. Nada íntimo nem sedutor, mas que tem uma enorme importância para ele.
Já observou também que ela sempre chega só e nunca a viu sair com ninguém. Espera que um dia tenha coragem de convidá-la para entrar.

A decisão foi tomada de comum acordo, mesmo estando cada um com seus pensamentos. Decidiram que não passa de hoje o convite. Antonieta, ao saltar do ônibus foi diretamente para a confeitaria onde comprou frios, salgadinhos, doces e uma garrafa de vinho. Enquanto isso, Henrique prepara tudo em sua casa para convidá-la para entrar. Salgadinhos, frios, vinho, doces e um café que acabara de fazer antes de ir buscá-la como se tivesse saída para comprar algo. 
Quando prepara para sair da confeitaria esbarra em Antonieta com suas compras e querendo abrir a sombrinha para ir para casa.

_Oi, boa tarde, diz ele sorrindo. Que coincidência encontrarmo-nos aqui. Vamos juntos sob o meu guarda-chuva. –convida o homem com sorriso radiante.
_Oi, que bom encontrá-lo. – devolve a mulher também com sorriso luminoso.
Caminharam em silêncio e quando chegam na portaria de casa dizem ao mesmo tempo: _Não gostaria de entrar?
Diante da coincidência caem numa alegre gargalhada.
_Vamos para o meu apartamento porque o meu lanche já está pronto. – diz ele rapidamente.
_Perfeito, porque o meu está aqui nas bolsas para ser arrumado. – diz ela feliz.
Ele abre a porta e pela primeira vez Antonieta vê o interior do apartamento de frente ao seu e passa a conhecer um pouco do vizinho misterioso. Com design parecido com o seu e mesmo tamanho, ela sabe por onde ir para chegar à cozinha. Chegando lá coloca suas coisas sobre o grande e luxuoso balcão.
_Gostaria de ir ao lavabo. – diz ela sorrindo.
_Fique à vontade enquanto termino de arrumar as coisas. –diz Henrique com galanteria.
Ao sair, Antonieta mais tranqüila vai direto a cozinha sentindo o cheiro do café que está sendo passado. 
Ele a acolhe gentilmente e puxa a cadeira para ela sentar.
_Vamos de qual bebida? – pergunta ele.
_Hummm esse vinho me parece ideal para essa tarde fria e chuvosa. – diz Antonieta.
E enquanto comem conversam sobre tudo que nunca falaram e ao final já eram íntimos como nunca foram com ninguém. Hoje habitam um apartamento maior e mais próximo da empresa em que Antonieta trabalha, já que Henrique como escritor trabalha em qualquer lugar. O amor fluiu no FIM DO OUTONO.

Todos os direitos reservados ao autor
Regina Madeira – 15/06/2017 
12:13 h
"imagem do Google"

quarta-feira, 14 de junho de 2017

O PECADO DO OUTRO By* LiaBritto



O PECADO DO OUTRO (LiaBritto)

O pecado do outro é sempre maior! Meu colorido é forte, meu brilho ofusca os erros meus! Sou capaz de com muita inteligência um culpado descobrir... Sou bom nisso.
Olho o outro... Espio, guio meus pensamentos para os defeitos, erros e tentativas dos outros, que para mim são infundados... Infectados de valores bem diferentes dos meus!
O pecado do outro é nítido e explicito. Bem claro aos olhos e opiniões daqueles que seguem a se comparar, colocando-se sempre em primeiro lugar! Sou herói, sou campeão, melhor não há!
Como vamos ficando pequeninos diante do Pai, cada vez que afundo o outro que é tão diferente de mim!
Pensarão alguns...** PARA EU NAO SOU ASSIM** Achando esse pensar uma decepção. Seguem sendo os corretos, afinal o pecado do outro é exposto, palpável, quase concreto! O meu é invisível, pequenino e seleto!
Vamos lá... Atire a primeira pedra!
Garanto que nenhum músculo terá movimento nessa direção se consultar com verdade o seu coração!
Então...Vamos pegar essa energia de percepção dos erros alheios e utilizar como um radar, para nos guiar, em alinhamento com a lei maior que é :

AMAR AO OUTRO COMO AMAMOS A NÓS MESMOS!

Todos os direitos autorais- LiaBritto
https://www.facebook.com/liabrittonunes/?ref=page_internal&fref=nf

terça-feira, 13 de junho de 2017

Ao Poeta

Poeta, eu te suponho santo,
pois, se hoje há verso, já houve pranto.
Do pranto que dá medida à alegria,
pariu-se o verso da tua poesia.

Santo, eu te suponho poeta,
pois sua dor não é mais secreta.
Mesmo os versos de contemplação
foram embriões na dor e na paixão.