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terça-feira, 24 de novembro de 2015

EVIDÊNCIAS ESQUECEM A TRANSPARÊNCIA - Manoel Ferreira


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Ao João “Comunitário” Alves da Fonseca Filho

Ou a transparência esquece as evidências?
Sim, no silêncio da tranqüilidade ou na calmaria da reflexão de me encontrar comigo mesmo, aderência de sentimentos transcendentes e emoções à luz e mercê de outras perspectivas e ângulos do sem-fim nas linhas inolvidáveis e inesquecíveis do gozo e da magia, entabular bate-papo erudito de linguagem e estilo, de poiésis e temáticas do trans-cendente, sobre evidências esquecerem a transparência, contudo o que isso traz de benesses e benefícios na confecção do conhecimento dos mistérios do ser e da alma, sendo o “eu” o re-verso, o outro de mim com quem diá-logo o in-verso, con-templar a imagem re-fletida no espelho do tempo, sobre as “pers” das pectivas que id-ent-ificam quem fui nas situações e circunstâncias de outrora, quem deixei de ser, embora oportunidades de ser outro não me faltaram, quem poderia ter sido, quais alegrias e tristezas estaria gozando nesse instante, as escolhas feitas, as estradas de poeiras metafísicas que trilhei, o que fiz com as suas explicações do que não pode ser entendido e compreendido à luz da razão e mesmo da sensibilidade, justificativas do que não pode ser in-terpretado e analisado sob o uni-verso do intelecto, sim sentido profundo, intuído, percebido, sem palavras, in-vestigadas as dores e sofrimentos, os sentimentos que transformaram a consciência-{de}-mundo, visão-[das]-coisas do homem, relações e solipsismos, emoções que se intensificaram, passaram a viver de volúpias em busca dos verdadeiros êxtases, pectivas da “res”, que a-nunciam outros sonhos e utopias à luz do novo tempo, auroras nascidas espontaneamente, re-nascidas na imaginação, re-velando outras inspirações grávidas de verdades que possam modificar os interstícios da alma, as superficialidades dos gestos e atitudes, no crepúsculo olhares brilhantes de felicidades, no íntimo a alegria de o amanhã prosseguir a re-fazenda e construção do novo e do belo, sob o brilho infinito da estesia por vir, alguém poderia também dizer, afirmar e gritar: “Uma forma de negar a humanidade do homem é afirmá-la de forma orgulhosa e onipotente!” Sim, orgulho e onipotência envelam os movimentos da sensibilidade, da trans-cendência que habitam as profundezas da alma, poder de elevar sentimentos, idéias e pensamentos aos chapadões íngremes do silêncio e solidão, sementes de encontros e felicidades do amor, carinho e ternura, princípios do espírito, da Vida feita Paz, da Paz feita Vida, da espiritualidade que eleva o ec-sistir aos auspícios do eterno bem, imortal divinidade, alfim as raízes dos desejos de busca, vontades da Vida mesma na sua essência, são enterradas para que a árvore cresça e apareça.

Pers da pectiva
Re-nascidas nos interstícios
Da alma,
A-nunc-iando outros sonhos e utopias,
Volúpias em busca
De verdadeiros êxtases;
No crepúsculo
Da pectiva da pers,
A alegria de o amanhã prosseguir
A re-fazenda,
Construção do novo e do belo,
Sob o brilho infinito do silêncio,
Solidão,
Princípios do espírito
A elevarem o ec-sistir
Aos auspícios do eterno bem,
Vontades da Vida mesma
Na sua essência.

Re-encontro os rostos
Em torno de mim,
Os olhares que me fitaram
Brilhantes ou apagados
Com os cheios e vazios
Da verdade,
Do desejo
Do pleno,
Da plen-itude
Cósmica
Deslumbrante;
Os sorrisos que vislumbrei,
Con-templei nítidos
De questionamentos
Sobre as buscas dos verbos
Do ser que almejavam encontrar,
Tornarem-lhes reais
No quotidiano das re-fazendas,
Das faz-endas do tempo e instantes
Do ponteiro do relógio
Que pontua
Sobre as vontades de conquistas
E real-izações.

Auroras nascidas
Espontaneamente,
Con-templo a imagem
Re-fletida no espelho do tempo,
Nas pectivas de olhares brilhantes
Ao silêncio da tranqüilidade
Ou
Calmaria da re-flexão,
Às sementes de encontro
E felicidades do amor...
Evidências esquecem
A transparência.

Pers da “res”
Na pectiva
De poiésis e temáticas
Do trans-cendente
Em busca de verdadeiros
Êxtases
Do sentido e mistérios
Da vigorosa vitalidade
Interior,
Compreendendo o poder
Que harmoniza todas as coisas,
Encontrando a iluminação.

O sinal da velhice, do envelhecimento ainda que postergado, deixado à mercê do futuro, e do que ele pode, talvez seja uma extraordinária vocação para as reflexões fáceis, que tripudiam com o medo do desconhecido, insegurança da vida após a morte, dúvida da redenção dos pecados veniais e capitais, des-confiança do perdão e ressurreição, frustração por o fim não mais despertar outros horizontes além do infinito, uni-versos outros aquém dos espaços vazios de nada e do obtuso, na terra ficar a vida em toda a sua cotidianidade, às vezes em completo esquecida, apenas algumas flores na sepultura por princípios religiosos e cristãos, e nada mais. Também por ser sereno, não é mister mais lutar pela sobrevivência, não ter de passar por tantas dificuldades, o que estava escrito escrito estará por sempre, cumpre re-fletir e visualizar até em terceira dimensão os grandes amores, enormes paixões, e eles serão a semente de outros tempos e outros sentimentos de vida e eternidade. Jamais a minha tumba permanecerá sem flores, não que alguém de minha família cont-ingente de sonhos espirituais do verbo coloque-lhes lá para despertar o sonho de sentimentos, palavras, sentidos, a luz que tudo isso incide no uni-verso do horizonte, sim porque as estrelas sempre velarão os meus ossos, iluminarão a imagem da carne que foi decomposta, as cinzas que são a verdade bíblica. No centro de uma esmagadora profusão de flores e pássaros de mármore, este voto temerário.
O amor, instante expansivo, dilatado quase ao instante-limite da entrega e dedicação, volve a aninhar-se na alma, onde nunca estivera, onde jamais mostrara sua ec-sistência e luzes. A rebeldia era uma cultura, não um vício infindável, aberta a transformações ao longo das experiências, no de-curso e per-curso do árduo trabalho de construção da vida, dei-lhe apenas outro sentido e rumo, tornei-lhe real e pedra de toque, para mostrar e indicar a margem de outras verdades, “desej-ências” que ninguém imaginava iriam se me a-nunciar, tomar-lhes-ia em mãos como alicerce de projetos a serem desenvolvidos, tinha a mínima noção por mesmo lhes faltarem dimensão sensível e intelectual, por mesmo não haver delineado e tornado palavras para expressar com honra e dignidade, virtudes da verdade, sinceridade, o tempo iria tornar-lhes nítidos e transparentes, o vôo inevitável se real-izaria, para sempre o gosto da alegria, felicidade de estar seguindo a jornada ao INFINITO.

Pectivas
De sonhos espirituais,
Despertando outras verdades,
Flores com-tingentes de palavras,
Luzes à mercê de virtudes,
Transformadas ao longo das experiências
Do real e da pedra de toque
Dos sentimentos,
Dilatados
No centro de esmagadora
Profusão de flores e pássaros de mármore,
Tornados desejos profusivos
De afetos e amores.

O cinismo foi-me desenvolvido pela educação e intelecto. Só conhecia os afetos, por assim dizer, familiares e inertes, os que não são conhecidos pela razão nem pelas manias instintivas dos “achismos”. Sarcasmo e ironia foram estendidos e ampliados através do conhecimento das hipocrisias manifestas e farsas latentes que os homens fazem questão de ostentar, sentirem-se orgulhosos e satisfeitos, são incompetentes e incapazes de ver além de seus instintos. Mergulhei tanto neles, descobri tantas coisas, vivo em busca de outras, que me dei ao luxo de deitar na cama, rir à vontade e à revelia disto que se chama, é intitulado, ser homem, de mim próprio que trago dentro características de humanidade. 
Murmúrio de outrora, de outrem de ribeiras próprias, de arvoredo meu, abre a porta, em grandes imaginações, em emoções súbitas sem “eira-nem-beiras”, em inspirações eternas sem uni-versos e horizontes. Abro as mãos ao tempo oportuno, e procuro, sem cessar, a misericórdia que me envolva para sempre.

Pers-pectivas de outrora,
Outrem de ribeiras próprias,
Sem uni-versos e horizontes,
Em inspirações eternas.

Uni-versos outros
De pers e pectivas,
Vice-versa,
Aquém dos espaços
Vazios,
Real-izando
O pó da temática
De cinzas eternas,
A pó-emática do instante-limite
Entre o sim e o não,
Entre a dialética e contra-dicção
Das dimensões sensíveis,
Luzes do ser.

Pectivas
De piedosas palavras fáceis
Pers
De somente boas ações,
Conduzem à perfeição,
Abrem caminhos à
Trans-cendência,
a-nunciando
a paz verdadeira.

Esta alegria e resplendor que trago na alma, no espírito, desde há séculos, percorre cada centímetro do longo vale sobre o qual vão o corpo e a mente, sentimentos de esperança e fé em sin-tonia com os passos caminhantes do eterno, lentos, pensados, sofridos, sin-cronia com as mãos que se elevam ao céu, nuvens, milésimos de segundos depois já digitam as palavras na efemeridade do tempo, na fugacidade das alegrias e tristezas ou mesmo na vulgaridade das atitudes e ações. Também agito segredos e enigmas da minha imagem, e o sibilo do vento, que as folhas cobrem de som, que o ar ameno dispersa no ritmo de seus desígnios, despe-me do pensamento, tira-me as vestes das justificativas e explicações do inaudito, torna-me nu de razões e certezas da vida e do prolongar no mundo.

Vagas de sol,
despencando-se no vôo da Águia Celeste,
ricocheteiam brutalmente
sobre o campo circundante.

Tudo se cala perante o som;
lá em baixo,
reduz-se a imensa massa de silêncio,
que ouço sem cessar.
Quem dera se num instante ínfimo
tornasse-me eu mais eloqüente
que todas as vozes,
mais que o silêncio ele mesmo,
ínfimas emoções no tempo,
enorme vazio da eternidade,
grande abismo da imortalidade.

Fico atento,
alguém corre em direção
a mim na distância,
minha alegria cresce,
a mesma de antigamente.

Uma vez mais
um mistério abençoado
ajuda-me a compreender
o sentido de todas as coisas.
Pensar é essencialmente errar.

Certamente não o sentido de nossas tristezas, nem sempre muito acalentadoras, aliás desoladoras conforme alguns juízos. Certamente não o sentido de nossas dúvidas, nem sempre capazes de nos levar à esperança livre, ao sobrevôo que muitas vezes adormece o espírito e a alma, às observações com olhos de lince  para o infinito das querências e esperanças de conquistas espirituais. Certamente não o sentido de nossos medos, nem sempre capazes de tornar topia as nossas ilusões ou mesmo as fantasias do sim e não. O espelho reflete certo, não erra porque não pensa. Errar é essencialmente estar cego e surdo.
Espero há muito tempo. Por vezes, tropeço, perco a mão, deixo de acertar. Isso pouco me importa a mim, estou só nestes momentos. A Águia Nívea alça vôo lento e sereno, irá pousar na grimpa do flamboyant, de lá soltando o seu grito, a sua liberdade. Assim, acordo no meio da noite e parece-me ouvir, ainda semi-adormecido, um sibilo de ventos, movimentos de águas a respirarem. Não existe pátria para quem desespera e, quanto a mim, sei que a serra me precede e me segue e minha consciência, inconsciente divino estão ambos sempre prontos para o que há de ser, para o que há de não ser. Aqueles que se amam e são separados podem viver sua dor, mas isso não é desespero: eles sabem que o amor ec-siste nalgum sítio onde os passos do eterno continuam a jornada, sempre para frente. Espero ainda... Eu não tenho filosofia: tenho sentidos, pensar uma flor é vê-la e cheirá-la, pensar a Vida é senti-la presente e forte nas buscas de encontro do ser, na continuidade dos desejos e vontades da plen-itude, compl-etude.
  Somos tão cheios de nós mesmos que não cedemos lugar para Deus na vida... por isso nem rezamos, nem fazemos as orações noturnas, nem con-templamos a vida e o mundo, essa busca contínua da harmonia entre o corpo e o espírito, razão e emoção, somos tão vazios de nosso próprio ser... por isso achamos que não mais necessitamos de nada... menos ainda dele! A Águia Maria flana no universo e vem descendo, descendo... Asas abertas para o horizonte dos abismos todos que se abrem para mim, o sol tocando de leve o rosto, o vento norte perpassa próximo... Celeste, Nívea, Maria... Pousa Celeste no meu ombro esquerdo, soltando um som, um assobio, como quem vem cansada de uma jornada. Pousa Nívea, no meu ombro direito, abrindo seu grito que perpassa o espaço de entre as montanhas, a sua alegria de um vôo sereno e vigilante. Pousa Maria, no alto de minha cabeça, abrindo seu grito que vai tocando a grama verde do campo. Serra das Águias!... Se estava virado para a esquerda, virei-me agora para a direita, mas sempre sou eu, assente sobre os mesmos pés, sempre sou eu vestido de carne e ossos, sempre sou eu em busca do horizonte distante, do uni-verso que me preencha os espaços vazios de letras e sentidos – o mesmo sempre, graças ao céu e à terra. Quem viveu, ainda que por uma vez, a intimidade de alguém, se foi na força e na liberdade da verdade, conhece esse alguém, ainda que não conheça todo esse alguém.
O tempo acintura a forma de um corpo, pressagiado de amor. O espelho mostra o contorno de saudades, o bocejo de ansiedades, que fizeram o retrato da noite. Driblo o tremor que avassala o sono engomado. Dou a contrafé de mim ou a ambigüidade da fé contra o re-verso das versidades do além e absoluto. Não é de mim que as línguas são im-perfeitas para que o silêncio ec-sista. A solidão assiste ao medo, à morte do riso, e o silêncio baliza eloqüentemente quando naufraga a vontade. Espelham-se o verbo, o ato e o rugido, ou seria mugido? Não o sei. Porque não sei é que escolhi referir-me a ele. Pasmei do fracasso com que riem dos ossos sempre cobertos de carne. Às vezes, faço de um raio de luz e da minha paixão o silêncio, e o porquê deixei de figurar nas respostas e ganhar uma face ensimesmada e triste, de pré-figurar nas certezas das verdades incólumes.
A tarde não cai sobre a serra; emerge do fundo das águias, que desfiando os gritos de louvor e paz, as três, em uníssono, por breve instante, permanecemos solitários por cima do acinzentado da serra, aquém do ensimesmamento do tempo, observado através do vidro da janela semi-aberta. Aqui só há uma fonte, onde o grito das águias se reflete; entretanto dentro da fonte há a serra, o vale, a colina. Ao entardecer, um cântico nos precede durante longas horas...
Sinto estar fora do que imaginei, tudo o que escrevi, embora desejasse expressar o amor, o Absoluto faltou-me. Vale sentir, para minutos depois, dizer: “Apenas criação...” Eu, que só me satisfaria com a alma nas palavras, regressado á dimensão original de mim, relação imediata de uma profundeza a outra, entendo que a imortalidade se me levante como exigência in-ecs-orável.
Pérfida, a dissimulação ensina às serpentes as palavras chinfrins, desprovidas de qualquer inteligibilidade. As vozes estremecidas afrontam artifícios do outro. Retiradas, as ambições con-vergem discrições, cujo medo os obséquios amortecem as convivências.
Cravo os olhos no papel, sem ler, sem fitar linha alguma, palavra única. Enrolo e desenrolo um dos cantos da lauda. Sorrio. Sorriso de aquiescência, sem convicção, espontaneidade. Por mais ridícula que pareça esta confissão, por mais grosseira seja a sua pele, a verdade é que não sei se é verdade uma utopia  haver construído esta imagem de todo o processo de criação, de construção de estilo, linguagem até  mesmo em linguagem outra, mas acredito que a força e presença da cáritas no íntimo do homem pode tudo transformar. Reuni preocupações, situações em que me encontro envolvido, emoções.
A vida, aos sons de imagens dispersas e sinuosas, mostra sua fragilidade, sua investida em deixar não só recordações, mas também o orgulho de sua verdade.
Só depois de minha morte, do esquecimento de que algum dia habitei o mundo, sofri, desejei, tive querências do bem e da verdade, morri, é que estas idéias e estesias da pó-ematica do ser e das palavras serão pensadas, analisadas, inter-pretadas à luz da VIDA E DA VERDADE, das coisas que hão-de ser.



Grande abismo da imortalidade,
Enorme vazio da eternidade;
No limiar de mistérios abençoados,
Tornam-se ínfimas emoções no tempo,
Silêncio mais eloqüente que eu mesmo,
Ouço sem cessar o instante-limite
Do verbo,
Alegrias crescem nas dimensões sensíveis
Nos uni-versos de pers e pectivas,
Fico atento às luzes do ser
Em inspirações eternas,
Real-izando o pó da temática
De cinzas efêmeras,
Levadas por ventos de leste,
Por sibilos de entre montanhas
Sobre o campo circundante.

Despertando outras verdades,
Luzes à mercê de palavras,
A pó-emática do instante-limite,
Entre a dialéctica do eterno
E a contra-dição do absoluto,
Verbaliza o mistério abençoado,
Abre caminhos
De pers e pectivas,
Em uni-versos outros
De ribeiras próprias,
Aquém dos espaços vazios
Ao longo das experiências,
Além da vigorosa vitalidade
Interior
De poiésis e temáticas
Do transcendente,
Sou palavras de mistério e silêncio,
Sou imagem de crepúsculo e auroras por vir,
Sou profusão de flores e pássaros de mármore,
Sou buscas do verbo do ser
Que almejo pro-jetar
Às long-itudes do horizonte
E infinito,
Sou sentidos por virem
Escritos nas linhas ilimitadas
De confins e arribas.

Re-nascidas nos interstícios da alma,
A intuição da sin-cronia,
Dos passos caminhantes,
Percepção do pleno, do desejo, da verdade,
Da sintonia das linhas e entre-linhas do ser,
Dos ditos e inter-ditos do verbo,
Da caritas e kairós
Do sonho,
Das esperanças e fé do AMOR DIVINO
Vislumbram,
Cheias de utopias cristãs,
Plenas de imagens eternas,
As re-fazendas e faz-endas
(até parecem lendas dos mistérios,
Folk-lore dos enigmas e fantasias),
Das pectivas de palavras fáceis,
Da pers
De uni-versos outros,
Das volúpias da madrugada
Do novo e do belo,
“O SER SE FAZ CONTINUAMENTE,
A CONTINUIDADE É TAMBÉM
O SER”


A seta furtiva margina o limiar.          

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